sábado, 7 de março de 2009

Eis aí, o velho sábio chinês e seus filosóficos questionamentos sobre a crise econômica mundial.

Clique no link-título e assista à charge de Maurício Ricardo sobre as considerações do velho sábio chinês sobre a CRISE.

Segurar vela: origem da expressão remonta à vida anterior à luz elétrica, por Márcio Cotrim para a Revista Língua Portuguesa.

A expressão "segurar vela" vem de longe, tem história. Hoje, geralmente designa uma terceira pessoa que acompanha o casal, aquele ou aquela pessoa que fica "segurando vela" enquanto os pombinhos namoram.

Quando não existiam lâmpadas, a principal fonte de luz eram as velas.

Não era hábito incomum, na época, os trabalhadores braçais as segurarem para que seu senhor enxergasse o que estava fazendo.

Nos recintos abertos ao público à noite, como teatros, meninos acendiam e seguravam velas para iluminar o palco.
Em obscuros tempos medievais, um criado da casa tinha singular e discreta obrigação: a de segurar um candeeiro para iluminar as relações sexuais dos patrões.

Com uma ressalva: durante o procedimento, o criado deveria ficar de costas para não ver os folguedos...

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Mais do mesmo





Clique no link-título e veja todas as alterações ortográficas de nossa "inculta e bela" língua.

Já está valendo.

Cuidado!!! O acordo é ortográfco e não fonético. Por isso, não se reprima (rsrsrsrsrsr) pode continuar falando "lingüiça", mesmo que você escreva "linguiça".

O discurso não muda por decreto, a escrita sim.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Sem publicações

Estou meio "fora do ar", porque não tenho tido muito tempo para postar nada.

Estou escrevendo minha dissertação de mestrado e por isso mesmo não tem sobrado espaço para cuidar do blog.

Mas quando der voltarei à ativa.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

LOUCADEMIA DE POLÍCIA



Essa não poderia ficar de fora deste blog, que se destina aos fênomenos da linguagem, mas vamos abrir um parêntese para os fenômenos sociais. Veja só o que passaram esses turistas, ao visitar a Beira-mar, em Fortaleza.

O mais hilariante, é mesmo a reação da nossa valorosa polícia, sempre pronta para agir. rsrsrsrsrs

Como não poderia deixar de ser, o título deste post é um neologismo, que é o processo pelo qual o falante inventa novas palavras a partir de outras que já existem na língua.

Como diria um velho sábio chinês: "a tecnologia foi criada para solucionar os problemas que não tinhamos antes dela". - Que o diga o Felipe Massa.

domingo, 12 de outubro de 2008

God saves America

Você já reparou que os norte-americanos são meio complicadinhos? Primeiro, basta observar aquele sistema eleitoral que eles têm, cheio de prévias, de votos de delegados e tudo mais, até chegar-se a uma resultado final. Quando chegam.

Depois, vem a língua. Ah... a língua... Já repararam como em inglês tudo fica ao contrário? Por exemplo, o almoço se chama lunch, o que para nós se tornou lanche mesmo, ou merenda, como se diz no Nordeste; e os adjetivos? Estes aparecem sempre antes do substantivo, tipo beautyfull girl - bonita garota, como se fosse mais importante, antes de tudo, dizer a qualidade, a quem ou a quê ela se refere não faz tanta diferença.

Mas, no meu modo de ver, o maior problema está na diferença entre 'puxar' e 'empurrar'. Em inglês, respectivamente, pull e push. Dá pra entender? Isso confunde qualquer um. Quem é que nunca foi a um estabelecimento, aqui no Brasil mesmo, que tenha apenas a inscrição 'push' na porta, e não ficou lá pagando aquele King Kong, puxando a maçaneta e a porta não abria.

Depois dizem que o português é difícil. Difícil é o inglês. Viva a língua portuguesa.

Os norte-americanos são complicadinhos mesmo, não é à toa que eles adoram entrar em crise com o resto do mundo.

YANKEES PUSH O BUSH DAÍ, NOW!!! rsrsrsrsrsrsrrs